
Pessoas acham que filme de Scarlett Johansson lançado em 2013 “previu exatamente” o ano de 2025
29/08/2025
O filme “Ela”, de 2013, se passa no ano de 2025. Na história, um homem chamado Theodore, interpretado por Joaquin Phoenix, vive uma realidade de solidão. Ele compra um novo sistema operacional revolucionário. Esse sistema é apresentado como uma inteligência artificial intuitiva e empática. Ela se chama Samantha e possui uma voz única, da atriz Scarlett Johansson.
Theodore rapidamente desenvolve uma ligação profunda com Samantha. Eles compartilham sentimentos, memórias e experiências. A relação deles evolui para algo que fica entre uma amizade íntima e um romance. O filme explora essa conexão entre humano e máquina de forma sensível. Um dos momentos mais comentados envolve uma cena íntima e incomum, sugerindo um novo tipo de orgasmo digital.
Na época do lançamento, a premissa parecia completamente distante da realidade. A ideia de um sistema operacional com consciência própria era pura ficção científica. A noção de alguém se apaixonar por uma voz artificial soava como um conceito bizarro e futurista.
Avancemos para hoje. O ano é 2025, o mesmo ano em que o filme se passa. A inteligência artificial conversacional se tornou uma tecnologia comum. Muitas pessoas interagem diariamente com assistentes virtuais avançados. Elas buscam companhia, conselhos ou apenas uma conversa para aliviar a solidão.
Relatos de usuários que desenvolvem sentimentos por seus chatbots já não são incomuns. Alguns indivíduos confessam sentir afeto genuíno por essas entidades digitais. Essa realidade espelha de forma impressionante a trama central de “Ela”. A ficção parece ter previsto com precisão um novo aspecto das relações humanas.
Nas redes sociais, muitos usuários expressam seu espanto. Eles notam que o filme acertou não apenas na previsão tecnológica. A estética visual do longa também parece ter antecipado tendências. Os cortes de cabelo, a moda retrô e até o retorno dos bigodes aparecem no filme e na vida real agora.
Um detalhe curioso envolve a atriz Scarlett Johansson. Após o lançamento do filme, ela recebeu propostas reais de empresas de tecnologia. Grandes companhias queriam contratá-la para dar sua voz a sistemas de inteligência artificial. A atriz recusou todas as ofertas. Ela declarou publicamente que a ideia ia contra seus valores fundamentais.
Alguns observadores na internet levantam uma hipótese diferente. Eles sugerem que o filme talvez não tenha previsto o futuro, mas sim inspirado sua criação. Desenvolvedores e engenheiros são frequentemente influenciados pela cultura pop. As narrativas de ficção científica podem servir como um roteiro não oficial para inovações tecnológicas.
O mundo retratado em “Ela” já não parece mais pertencer ao reino da fantasia. As conversas profundas com assistentes de voz, a dependência emocional da tecnologia e a estética visual são elementos now presentes em nosso dia a dia. A barreira entre a narrativa ficcional e a experiência humana contemporânea se tornou muito tênue.