Cientista traz células de mamute de 28.000 anos de volta à vida

Cientista traz células de mamute de 28.000 anos de volta à vida

1 de dezembro de 2022 0 Por Jonas Estefanski
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Em um experimento notável, os cientistas finalmente conseguiram. Antes consideradas impossíveis, as células de um mamute lanoso que morreu há 28.000 anos começaram a mostrar “sinais de vida”. O que isso significa para a comunidade científica? Vamos discutir isso.

1 Cientista traz células de mamute lanoso de 28.000 anos de volta à vida

O mamute lanoso é um tipo de elefante que viveu na Terra até cerca de 10.000 a 30.000 anos atrás.

Em 2011, os arqueólogos encontraram os restos de um mamute lanoso sob o permafrost siberiano. Este espécime substancialmente intacto foi um achado revolucionário, especialmente depois que a espécie foi extinta há mais de 4.000 anos. Este achado foi enorme. Este mamute lanoso morreu há mais de 28.000 anos, mas ainda parecia completo e sua “mumificação” foi fenomenal.

Os cientistas imediatamente começaram a descobrir se os elementos biológicos desenterrados do mamute bebê ainda eram viáveis ​​após 28.000 anos. Uma equipe de pesquisa da Universidade Kindai do Japão mostra que o DNA do mamute ainda estava intacto. Esta foi uma ótima notícia. Isso significava que havia uma chance de que eles pudessem ressuscitar essa criatura pré-histórica.

A imagem abaixo mostra como eles suspeitam que o mamute ficaria se o ressuscitassem com sucesso.

A equipe japonesa colheu núcleos das células do mamute e os transplantou para ovócitos de camundongos. As células deste espécime têm ovários capazes de gerar um óvulo que pode hospedar o mamute e desencadear a divisão genética.

O experimento foi bem-sucedido e o espécime de 28.000 anos exibiu “evidências de processos biológicos”.

2 Cientista traz células de mamute lanoso de 28.000 anos de volta à vida

No geral, o experimento sugere uma possibilidade distinta de reviver a criatura. E se os arqueólogos encontrarem outros espécimes tão intactos quanto o filhote de mamute-lanoso, é plausível que também possamos trazê-los de volta à vida.

Biólogos e equipes inteiras de cientistas finalmente conseguiram ressuscitar as células de um mamute lanoso. A equipe conseguiu extrair os núcleos de células de mamute congeladas de uma pequena lasca de pele de mamute congelada na tundra siberiana e reanimá-los com um choque elétrico. Essa prova de conceito levou a equipe de Church a criar uma réplica a partir de células colhidas de outro mamute fêmea que está morto há até 28.000 anos.

Depois que as células fossilizadas foram encontradas, o cientista decidiu colocar as células em um ovo e implantá-lo em uma elefanta asiática. Os cientistas criaram uma espécie híbrida de mamutes e elefantes.

A equipe usou uma ferramenta de edição de genes chamada CRISPR para transferir os genes de um elefante asiático para um ovo de elefante vazio. Eles então deram ao embrião um banho químico, que o ajudou a se transformar em um clone de mamute vivo.

Esta não é a primeira tentativa de Church de trazer espécies extintas de volta à vida. Seu trabalho anterior inclui a tentativa de ressuscitar dois outros animais que agora estão extintos: os neandertais e os mamutes.

Essa discussão também questiona se é ético para o homem brincar de Deus e trazer de volta da extinção criaturas que antes vagavam por esta Terra, ou se isso é apenas mais um passo na ganância humana que acabará prejudicando mais do que ajudando.

Agora, a questão é: “Precisamos trazer de volta à vida espécies há muito extintas?” É seguro fazê-lo? O que você acha?

Independentemente disso, a tecnologia irá progredir. Mais pesquisadores e cientistas tentarão reviver diferentes formas de vida há muito extintas. E quando eles tiverem sucesso, imagine como é inspirador ver esta poderosa criatura andar na Terra novamente.

Não há planos para trazer de volta mamutes lanudos vivos porque não há espaço suficiente para eles neste mundo. No entanto, a curiosidade dos cientistas pode gerar grandes novidades no futuro. Esperamos que os pesquisadores evitem tomar medidas que sejam dolorosas para a humanidade e possam levar à destruição.