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04/04/2026
Um filme brasileiro está causando um verdadeiro rebuliço na Netflix, chamando a atenção não só pela trama, mas especialmente pela ousadia de suas cenas.
“O Lado Bom de Ser Traída” (conhecido internacionalmente como “Burning Betrayal”) virou um fenômeno instantâneo na plataforma, escalando rapidamente para o topo das listas de mais assistidos e gerando reações intensas dos espectadores.
A história, baseada no livro provocativo de Sue Hecker, acompanha Babi, uma contadora interpretada por Giovanna Lancellotti. A vida de Babi dá um giro radical quando ela descobre, pouco antes do casamento, que seu noivo a traiu.
Em vez de mergulhar na tristeza, ela escolhe um caminho inesperado de autodescoberta e, talvez, vingança. O visual muda: o cabelo ganha tons escuros. O estilo de vida também se transforma: ela se integra a um clube de motociclistas.
Espectadores dizem que são fãs do elenco, do roteiro e das cenas picantes (Netflix).
É nesse novo cenário que Babi cruza com Marco, um juiz que logo ganha o apelido nada sutil de “juiz gato”. O encontro entre os dois acende uma faísca poderosa, dando início a um relacionamento intenso e ardente.
Os espectadores relatam que os momentos de intimidade entre os protagonistas são frequentes e explícitos, ocorrendo nos mais variados cenários – desde bancadas de cozinha até praias paradisíacas, intercalados com cenas de ação envolvendo as motocicletas.
Muitos que assistiram ao filme destacam a quantidade expressiva de cenas sensuais. Comentários nas redes sociais e em sites como o Rotten Tomatoes são unânimes em apontar que o filme é repleto de nudez e situações íntimas.
Alguns chegam a brincar que o enredo parece ser apenas um fio condutor para conectar essas sequências, classificando o longa como “80% sexo”. Outros mencionam que a produção beira o soft porn devido ao seu nível de explicitação, mas sem ultrapassar os limites que exigiriam outra classificação etária.
Apesar – ou talvez por causa – dessa franqueza, o filme conquistou uma base de fãs fervorosa e uma avaliação impressionante de 87% no Rotten Tomatoes. Diversos espectadores admitem ter assistido ao filme várias vezes, celebrando a química palpável entre Giovanna Lancellotti e Leandro Lima (o “juiz gato”).
A atuação do casal principal é frequentemente citada como um ponto alto, assim como a fotografia que captura os corpos esculpidos dos atores e os cenários deslumbrantes.
Os elogios, contudo, vão além da sensualidade. Muitos espectadores enxergam na jornada de Babi uma narrativa poderosa de empoderamento feminino. Após sair de um relacionamento tóxico e traidor, ela assume as rédeas de sua vida e de sua sexualidade com confiança e desejo.
