Você não acreditaria no que ela aparentemente viu 😳

Você não acreditaria no que ela aparentemente viu 😳

21/02/2026 0 Por cetico.kf

Relatos de experiências de quase morte costumam gerar curiosidade, debates e interpretações variadas sobre o que pode existir além da vida física. Entre histórias de túneis de luz, reencontros com parentes falecidos e sensações de paz intensa, alguns relatos vão além do que costuma ser esperado e incluem visões consideradas incomuns até mesmo dentro desse tipo de experiência.

Angela Harris é uma dessas pessoas. Em 2015, ela passou por uma experiência de quase morte durante um exame médico conhecido como teste de inclinação, indicado para investigar desmaios frequentes. Durante o procedimento, Harris sofreu convulsões e seu coração chegou a parar por aproximadamente 32 segundos. Apesar do curto intervalo, ela afirma ter vivido uma sequência de percepções que, segundo ela, alteraram completamente sua forma de enxergar a vida e a própria existência.

Após o episódio, Harris seguiu um novo caminho profissional e passou a atuar como orientadora espiritual. Em textos publicados posteriormente, ela descreveu o que chama de um despertar profundo, no qual teria compreendido a essência dos seres humanos como algo que vai além do corpo físico. Para ela, a experiência revelou uma dimensão espiritual marcada por aprendizado, continuidade e múltiplas formas de existência.

O que Angela Harris diz ter visto

De acordo com seu relato, a experiência começou de forma semelhante a outras narradas por pessoas que passaram por situações clínicas extremas. Harris afirma ter visto parentes já falecidos, figuras que reconheceu e associou a sentimentos de acolhimento. Esse tipo de visão aparece com frequência em relatos de quase morte e costuma ser interpretado de maneiras distintas, dependendo da crença de cada pessoa.

O que chamou mais atenção, no entanto, foi o que veio depois. Harris diz que sua consciência foi levada para outros planetas habitados, onde a vida existia de maneiras diferentes da terrestre. Segundo ela, nesses locais, teve a percepção de estar vivendo como outra espécie, descrita por ela como alienígena. Para Harris, essa vivência não representava algo estranho ou ameaçador, mas sim outra forma de existência da mesma consciência, em um ambiente distinto.

Ela relatou ainda que, nessas experiências, tinha plena noção de estar vivendo múltiplas realidades, como se a identidade não estivesse limitada a um único corpo ou planeta. Para Harris, o que as pessoas costumam chamar de vida extraterrestre seria apenas a mesma essência espiritual se manifestando em contextos diferentes.

Visões do futuro e um alerta

Além das experiências fora da Terra, Harris afirma ter presenciado cenas que interpretou como visões do futuro da humanidade. Segundo seu relato, ela viu um período marcado por conflitos intensos, com guerras que teriam reduzido drasticamente a população mundial. Essas cenas, conforme descreve, mostravam um planeta profundamente transformado por disputas e crises.

Ela também afirma ter visto uma mudança na forma como as pessoas viveriam após esses eventos. Em vez de grandes centros urbanos interligados globalmente, a humanidade teria passado a viver em comunidades menores e mais localizadas. Harris descreve esse cenário como um retorno a estruturas sociais mais simples, com menos dependência de sistemas amplos e centralizados.

Ao comentar essas visões em entrevistas e participações em podcasts, Harris explicou que essas imagens surgiram quando direcionou seus pensamentos para o futuro durante a experiência de quase morte. Para ela, não se tratava apenas de cenas aleatórias, mas de um aviso sobre possíveis caminhos que a humanidade pode trilhar.

Apesar do tom alarmante de algumas descrições, Harris afirma que seu objetivo ao compartilhar essas experiências não é causar medo, mas chamar atenção para escolhas coletivas. Em suas falas, ela reforça que as visões não devem ser interpretadas como previsões definitivas, mas como possibilidades que estariam ligadas ao comportamento humano ao longo do tempo.